João abre o Evangelho com uma afirmação devastadora em sua simplicidade: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus" (João 1.1). A criação inteira foi falada à existência. As palavras de Deus não descrevem a realidade; elas a criam.
Tiago radicaliza: "Com a língua bendizemos o Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, que foram feitos à semelhança de Deus. Da mesma boca procedem bênção e maldição. Irmãos meus, não deve ser assim" (Tiago 3.9-10). O Espírito Santo em nós é a fonte de um vocabulário que edifica, não que corrói. Quando Cristo habita em nós, a dieta da boca começa a mudar de dentro para fora.